Fotografia noturna da terra mostrando os pontos mais luminosos do planeta
A poluição Luminosa é um caso seríssimo no meio ambiente. Ela pode ser entendida como o aumento da iluminação nas cidades. Cada vez mais as cidades estão sendo iluminadas por outdoors, sinalizadores, luminárias, luzes de veículos, etc. Algumas pessoas pensam que esse tipo de poluição não causa nenhum problema, às vezes até nem consideram como uma poluição. Mas a poluição luminosa causa muitos impactos nas espécies de animais. E porquê isso ocorre?
Os animais necessitam de condições ambientais adequadas para sobreviverem. Todas as espécies precisam de luz solar e da escuridão. Mas com esses fatores alterados, os animais ficam perturbados e o seu comportamento muda, causando competições em períodos errados, pois os mesmos confundem a luminosidade artificial com o dia. Não dormem direito. As aves têm seu voo interrompido. As tartarugas procuram praias pouco iluminadas para colocar seus ninhos, mas com a iluminação excessiva a tartaruga pode ter alterado o seu nível de produção, pois as mesmas colocam seu filhotes em locais iluminados, os quais correm o risco de serem caçados ou morrerem pelo excesso de luminosidade.
Os peixes também são afetados, porque os mesmos necessitam da luz natural para sobreviverem e quando expostos a luzes mais brilhantes têm sua visão prejudicada, além de serem atraídos para superfície favorecendo a pesca.
Outro fator importante a ser lembrado, é que há um gasto muito grande de energia elétrica, causando a escassez dos recursos que não se renovam. Além de emitir gases gerados da carbonização dos combustíveis fósseis, propiciando o Efeito Estufa.
Então você já sabe os impactos que a luminosidade causa na natureza. Tudo isso acontece devido ao capitalismo, pois notamos essa incidências de luminosidade em países mais desenvolvidos como: O Japão e a Europa. A única solução é minimizar a emissão da luz, buscando novas formas de utilizar a iluminação em níveis adequados e que não prejudiquem tanto as formas de vida dos seres vivos.
Por: Bibiana Zumaita. |